Primavera
Há tão pouco tempo que o tempo está como é de esperar para esta altura do ano e já há gente com queimaduras dignas de fazer inveja a qualquer lagosta. Não é bonito, nem é por isso que se vão bronzear mais depressa, nem me parece que as consequências para a pele valham sequer a pena.
Adoro este tempo, é bom voltar a haver dias agradáveis.
Adoro
Aquelas conversas surreais que surgem do nada, em que as nossas respostas andam à volta do "hum, ok, pois, é isso".
O melhor mesmo, só quando não fazemos ideias de com quem estamos a falar.
O melhor mesmo, só quando não fazemos ideias de com quem estamos a falar.
Morte em Palco - Caroline Graham, (a ler...)

Sinopse:
Todos os atores adoram um bom drama e os membros da Causton Amateur Dramatic Society não fogem à regra. Românticas cenas de amor, momentos de ciúme e desespero, reconciliações operáticas, egos em fúria… as emoções estão ao rubro nesta produção amadora da peça Amadeus. Todavia, até as mentes mais criativas têm de admitir que assassinar o protagonista em palco é um pouco excessivo. Felizmente, o inspetor Tom Barnaby está na plateia e assume o controlo da situação. Da ex-mulher ressabiada a inesperados amantes secretos e atores invejosos, não lhe faltam suspeitos. O que parece faltar-lhe, sim, é objetividade. O bom inspetor conhece perfeitamente todos os envolvidos, são seus vizinhos e amigos, e por isso mesmo, conseguirá ver quem eles realmente são?
Dia mundial do livro

Hoje é o dia mundial do livro.Se há coisa que gosto de fazer é ler, comecei a adquirir o gosto pela leitura com a colecção " Os cinco", tanto, que a tenho quase toda, agora, já não os leio, mas tenho-os arrumados numa gaveta, pois, nas prateleiras prefiro ter os livros que leio actualmente, até porque já não haveria espaço para todos. Também já li colecções de que me arrependo profundamente, tais como a saga do Crepúsculo, são livros que não me transmitem nada, sem conteúdo.

Chocolate - Joanne Harris (a ler...)

Depois de o ler, vou ter mesmo que ver o filme, coisa que ando para fazer à bastante tempo.
Sinopse:
Viemos com o vento de Carnaval. Um vento morno para Fevereiro, carregado dos cheiros quentes e gordos de panquecas e salsichas a fritar e waffles polvilhadas de açúcar e preparadas na chapa quente ali mesmo à beira da estrada…
A aldeia de Lansquenet-sur-Tannes tem duas novas moradoras: Vianne Rocher, jovem mãe solteira, e a sua filha Anouk. Ambas correram mundo e viveram um sem-fim de aventuras, e a pacata aldeia francesa é o sítio ideal para a tranquilidade que agora desejam. Vianne tem um dom: domina a arte da chocolataria como ninguém e as suas guloseimas conseguem suavizar os corações de quem as saboreia. E agora ela vai concretizar um sonho, um sonho delicioso mas, naquelas paragens, pouco comum: uma chocolataria com o nome de La Céleste Praline.
Para a aldeia, La Céleste Praline e a sua encantadora proprietária são um sopro de ar fresco frente à tirania de Francis Reynaud, o austero padre a quem desagrada aquele comércio demasiado sofisticado e “tentador”, e que vê em Vianne um desafio à sua autoridade. Frente a ele, a jovem só pode apelar à alegria de viver das gentes de Lansquenet. Mas nem a própria Vianne podia antecipar os efeitos que os seus chocolates vão provocar numa comunidade pouco habituada a viver a magia do quotidiano...
Sinopse:
Viemos com o vento de Carnaval. Um vento morno para Fevereiro, carregado dos cheiros quentes e gordos de panquecas e salsichas a fritar e waffles polvilhadas de açúcar e preparadas na chapa quente ali mesmo à beira da estrada…
A aldeia de Lansquenet-sur-Tannes tem duas novas moradoras: Vianne Rocher, jovem mãe solteira, e a sua filha Anouk. Ambas correram mundo e viveram um sem-fim de aventuras, e a pacata aldeia francesa é o sítio ideal para a tranquilidade que agora desejam. Vianne tem um dom: domina a arte da chocolataria como ninguém e as suas guloseimas conseguem suavizar os corações de quem as saboreia. E agora ela vai concretizar um sonho, um sonho delicioso mas, naquelas paragens, pouco comum: uma chocolataria com o nome de La Céleste Praline.
Para a aldeia, La Céleste Praline e a sua encantadora proprietária são um sopro de ar fresco frente à tirania de Francis Reynaud, o austero padre a quem desagrada aquele comércio demasiado sofisticado e “tentador”, e que vê em Vianne um desafio à sua autoridade. Frente a ele, a jovem só pode apelar à alegria de viver das gentes de Lansquenet. Mas nem a própria Vianne podia antecipar os efeitos que os seus chocolates vão provocar numa comunidade pouco habituada a viver a magia do quotidiano...
Chocolate é um repertório de aromas e sabores, descritos de uma maneira tão viva que quase se sentem; é também uma galeria de personagens ternos e cruéis, amáveis e odiosos, mas sempre intensos e credíveis.
Um romance muito especial que nos abre a porta para um mundo inesquecível.
Um romance muito especial que nos abre a porta para um mundo inesquecível.
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